Muitas vezes guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, pequenos textos que escrevemos e ficaram arrumados numa gaveta fechada...


Eu decidi abrir essas gavetas, e o resultado é este blog!




How many times we keep things for our own – opinions, feelings, ideias, moods, reflections, some little texts we wrote and put on a closed drawer…

Now I have decided to open those drawers, and this is the result!



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sábado, 28 de janeiro de 2012

Lord of the Dance

Vi este espectáculo no Pavilhão Atlântico e adorei!
São bailarinos fantásticos que, através da dança, contam uma história que poderia ser a de todos nós...

Lord of the Dance (Deus da Dança) é um dos mais famosos e aclamados espectáculos mundiais, de música e dança celta.
Criado, coreografado, estrelado e produzido por Michael Flatley - dançarino americano filho de irlandeses (que ganhou notoriedade no Riverdance), e cujo sonho era montar um espectáculo de dança capaz de ser exibido em arenas e estádios em vez de teatros tradicionais, e com música escrita por Ronan Hardiman, este espectáculo levou seis meses para se tornar realidade.
A história, baseada no personagem “Lord of the Dance” (Deus da Dança), na sua luta contra o senhor do mal "Don Dorcha" que queria conquistar “Planet Ireland” (Planeta Irlanda), e no tema "Amor contra Luxúria", traduz-se numa experiência única de movimentos, marcados pelo sincronismo e o rigor, em coreografias que exprimem a força da cultura tradicional irlandesa.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Alegría

"Alegría é uma atitude, um estado de espírito."




"São muitos os temas do espectáculo cujo nome, em espanhol, significa júbilo! 
A história de Alegría passa pelo choque de gerações, pela luta entre o velho - bem instalado, conhecido e vaidoso, e o novo - a curiosidade, a coragem e a necessidade de aprovação.
O novo, o antigo - este é o pano de fundo dos personagens de Alegría.
Poder e herança de poder com o passar do tempo, a evolução das antigas monarquias para as modernas democracias.
Bobos da corte, menestréis, pedintes, velhos aristocratas e crianças compõem todo o universo do espectáculo, além de palhaços que, sozinhos, são capazes de resistir ao tempo e às mudanças sociais.
O espectáculo, protagonizado por 55 artistas e músicos, oriundos de 17 países diferentes (entre os quais o português Diogo Faria, que faz parte da equipa há dois anos e que faz de Big Bird, além de apoiar e participar em outros números), caracteriza-se por uma actuação surpreendente, cor, perfeição de movimentos e energia que passa através da música ao vivo (de todas as bandas sonoras do Cirque du Soleil, é a mais vendida de todos os tempos), e dos fatos sumptuosos de todos os intervenientes, retirados de um guarda roupa extravagante!
Por tudo isto, Alegría transmite uma sensação de bem estar e optimismo.  
Uma ode barroca à energia, à graça e ao poder da juventude, numa produção clássica que já deslumbrou mais de 10 milhões de pessoas em todo o mundo, e a que podemos assistir até ao dia 8 de Janeiro, em Portugal, no Pavilhão Atlântico."

A primeira vez que ouvi a música Alegría foi num número de um circo que costumava passar todos os anos aqui em Mafra, o "Circolândia"!
Foi amor à primeira vista! Quando soube que a mesma fazia parte do espectáculo do Cirque du Soleil, pesquisei imediatamente para ver o vídeo e ouvi-la de novo. Desde então, desejei muitas vezes que um dia esse espectáculo passasse pelo nosso país, para poder vê-lo na íntegra!
E, agora, aqui está ele!