Muitas vezes guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, pequenos textos que escrevemos e ficaram arrumados numa gaveta fechada...


Eu decidi abrir essas gavetas, e o resultado é este blog!




How many times we keep things for our own – opinions, feelings, ideias, moods, reflections, some little texts we wrote and put on a closed drawer…

Now I have decided to open those drawers, and this is the result!



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segunda-feira, 5 de março de 2012

Saudades



Na hora da despedida, é bom vermos também a parte boa! Para que uma lágrima se transforme em sorriso, e o aperto no coração dê lugar a pensamentos reconfortantes...Para que a tristeza e o desespero da partida temporária, possam ceder a passagem à força e à alegria do próximo reencontro!
É nestes momentos que confirmamos a importância que a pessoa amada tem para nós! Não porque não lhe damos o devido valor quando está por perto, mas porque a valorizamos ainda mais quando está longe!
Porque...
...a parte boa de ires embora, é saber que voltas!
...a parte boa de estarmos alguns dias sem nos vermos, é ficarmos com saudades e podermos matá-las quando estamos juntos!
...a parte boa de estar sozinha é poder, nessa altura, parar, estar em sossego, e perceber como é bom ter-te na minha vida, como é bom estar contigo, e como te amo!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Desafios



Ao longo de toda a nossa vida, e do caminho que percorremos, vão-nos sendo lançados desafios.
Desafios que têm por objectivo testar a forma como a eles reagimos, a forma como os encaramos e agarramos ou, simplesmente, a forma como os ignoramos e seguimos adiante.
A cada desafio, temos uma oportunidade de mostrar aquilo de que somos ou não capazes, de mostrar a nossa coragem, a nossa força interior, a nossa evolução.
As escolhas que fazemos, e as decisões que tomamos, são o reflexo da nossa forma de estar na vida.
Só nós sabemos, ou deveríamos saber, se aceitar cada um desses desafios nos vai trazer algo de bom, algum ensinamento ou lição a aprender com eles.
Só nós poderemos avaliar, em consciência, se os benefícios serão maiores que os perigos que daí possam resultar.
Muitas vezes, acontece-nos uma determinada situação à qual reagimos de uma forma que, naquele momento, e dentro do que achamos ser as nossas capacidades e limitações, nos parece a única que possível.
Mais tarde, podemos até perceber que afinal tínhamos a capacidade e a possibilidade de reagir, e agir, de forma diferente.
Convencemo-nos então, cheios de esperança e energia, como se tivéssemos acordado para a vida, que não nos voltaremos a subestimar.
Para nos testar, e ver se realmente essa força repentina veio para ficar, ou se foi só uma luz que, ainda mal se acendeu, logo se apagou, surge-nos mais um desafio! E agora?
Será que vamos mostrar uma nova atitude perante esse desafio? Ou será que, quando damos por nós, verificamos que estamos a ter a mesma reacção de outrora?
Pois é, falar é fácil! Manter a acção ao mesmo passo daquilo que dizemos é mais complicado…
Mas atenção, não quer isto dizer que tenhamos que aceitar todos os desafios, ou que tenhamos que mudar a nossa forma de pensar e de estar, só para provar alguma coisa a alguém.
Não nos devemos sentir obrigados a fazer algo que vá contra a nossa natureza e personalidade, se virmos que isso nos vai prejudicar mais do que ajudar.
A única pessoa a quem temos que provar alguma coisa, é a nós próprios, e se isso nos fizer sentir bem!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Tsunami



Há dias em que me sinto fervilhar por dentro.
Em que me sinto invadir, subitamente, por uma torrente de palavras que não encontra espaço para se acomodar cá dentro e teima em querer sair. Mas quando estou prestes a permitir que isso aconteça, perco a vontade de o fazer.
E, qual onda de água que fica parada, precisamente, quando se preparava para engolir tudo, mando as palavras para trás, e permaneço calada.
Tal como um tsunami causa estragos, também palavras (ainda que sinceras) proferidas de rompante, no momento errado, podem provocar o mesmo efeito. Embora não seja igualmente saudável bloquear a saída, correndo o risco de o cano rebentar por outro lado!
Mas, não bloqueando, há sempre aquela questão da sinceridade e frontalidade, e de se averiguar se me servirá de alguma coisa despejá-las, ou se apenas provocará mal-estar a quem as ouvir e, nesse caso, é preferível o silêncio, até que a onda perca a sua força, e se desvaneça em pleno oceano!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Lições de Vida

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Não devemos julgar ninguém, sem antes conhecermos bem essa pessoa…

O que nos torna diferentes, pode também ser a nossa maior força…

Por mais pequenos ou insignificantes que possamos parecer aos olhos dos outros, quem sabe não podemos, muitas vezes, fazer a diferença…

Ninguém nos pode fazer sentir inferior sem o nosso consentimento…

Por vezes somos mais fortes do que pensamos, descobrimos uma força dentro de nós, que nem sabíamos que existia…

Sozinhos, podemos não fazer muito. Mas trabalhando em conjunto por um objectivo comum, podemos chegar longe…

Por mais difícil, ou até mesmo impossível, que algo possa parecer, não devemos desistir…não sem antes, pelo menos, tentar…

Por vezes, ser livre significa optar, não por ir, mas por ficar…ficar onde queremos e com quem gostamos, onde realmente nos sentimos bem…