Muitas vezes guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, pequenos textos que escrevemos e ficaram arrumados numa gaveta fechada...


Eu decidi abrir essas gavetas, e o resultado é este blog!




How many times we keep things for our own – opinions, feelings, ideias, moods, reflections, some little texts we wrote and put on a closed drawer…

Now I have decided to open those drawers, and this is the result!



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Chuva de Estrelas



Resolvi dar uma folga à “má onda” que me tem acompanhado nos últimos dias.
Afinal, nem sempre que temos a sorte de ser brindados com chuvas de estrelas!
Numa altura em que o país está em crise, e o governo e a troika nos cortam tudo, há que aproveitar esta dádiva pré-natalícia para pedirmos todos os nossos desejos.
Estrelas não faltam (consta que caia uma média de 50 por hora), e por isso mesmo, vale a pena tentar!
De qualquer forma, pensem muito bem e…cuidado com o que desejam!

(Na verdade, tratam-se de gemínidas - uma chuva de meteoros causada pelo objeto Phaethon 3200, anteriormente tido como um asteróide e, hoje, considerado um cometa extinto que, de tanto passar tão perto do sol, perdeu o gelo e todo o seu material volátil, transformando-se numa pedra, ou num asteróide. Este passa a cerca de 17 milhões de quilómetros da Terra e, logo que esta entra no rasto dos destroços, por ele deixados, a chuva começa. O mais intrigante é que asteróides não dão origem a chuvas de meteoros. Então, por que Phaethon é diferente? Porque tem características semelhantes a um cometa. Só que este, ter-se-á aproximado, de tal forma, e repetidamente, do Sol, que acabou por se extinguir)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Obrigada!




Sabem aquela euforia e ansiedade que normalmente temos, a contar os dias que faltam para fazermos anos?
Aquela tradição e ideia que aniversário sem bolo e velas não tem graça?
Pois...
Este ano, nada disso me aconteceu.
E até é uma idade engraçada, que merecia uma comemoração a condizer!
Em vez disso, tive um dia perfeitamente normal, a trabalhar. Um dia que eu queria que passasse depressa. Um dia sem ânimo, sem disposição, com dores e enjoada (porque aquele nosso castigo mensal resolveu presentear-me).
E, pela 1ª vez, sem bolo. Ou, pelo menos, assim pensava.
Houve alguém que me quis surpreender e comprou bolo e espumante, para me cantar os parabéns e brindar!
Só posso agradecer e ficar feliz, pela família que tenho, pelas pessoas que estão ao meu lado, que gostam de mim e me dão força, que me seguram e puxam quando estou a cair...
E, mais uma vez, a ti, meu amor, que contribuiste com um simples gesto, para tornar este dia mais especial!
Obrigada...por ontem, por hoje, e por sempre!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Parabéns a mim!

É verdade! Hoje é o dia do meu aniversário!
Vai ser mais um dia igual aos outros, a trabalhar. Almoço a três - os meus pais e eu, e jantar a três - a minha filha, o meu namorado, e eu!
E com tantos três, que idade poderia eu fazer? Trinta e três, pois claro!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Humor Azedo




Hoje está uma treta de tempo, para não dizer outra coisa pior!
E por falar em coisas piores, alguém se lembrou, ao fim de tantos anos, que a estrada que passa em frente ao Convento de Mafra não era estética!
Por isso mesmo resolveram eliminá-la. Só espero que a requalificação não inclua substituir a estrada por calçadas, que a chuva transforma em buracos e que, a mim, mais parecem autênticas ratoeiras (pena que quem lá caia sejam as pessoas e não as ratazanas)!
Sim, confirma-se que hoje o meu humor está mais azedo que um limão!
Talvez se tenha estragado durante a noite, devido às altas temperaturas provocadas por mais um edredão na cama. Ou então pelo choque térmico quando de lá saí, para enfrentar o frio, o vento e a chuva que decidiram atacar hoje!

sábado, 10 de dezembro de 2011

A lógica do ilógico

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Uma das inúmeras medidas do nosso governo para o próximo ano, numa aparente tentativa de minimizar a crise, que se instalou por tempo indeterminado no nosso país, foi o corte do subsídio de férias e do subsídio de natal da função pública.
E logo meia dúzia de vozes invocaram a falta de equidade que caracteriza esta medida, considerando que a função pública saía prejudicada em relação ao sector privado.
O que eu lamento é que, em todos aqueles anos em que as pessoas desejavam um cargo na função pública, porque ser claramente vantajoso, tendo em conta as regalias que tais funcionários usufruíam, nenhuma dessas vozes tenha vindo a público, invocar o mesmo princípio da equidade, para que essas regalias fossem estendidas também ao sector privado!
Mas, voltando ao corte dos subsídios, ainda que fossem aplicados a todos sem excepção, tendo em conta que é, neste momento, imprescindível fazer sacrifícios, para um futuro mais sorridente, e considerando que férias de luxo e prendas de natal não são necessidades básicas, convém não esquecer que, para muitos portugueses, não seria essa a finalidade a dar aos referidos subsídios.
Na verdade, o que tem vindo a acontecer de há uns anos para cá, é que esses subsídios são cada vez mais utilizados para “tapar buracos”, deixados ao longo do ano pelas elevadas despesas, face aos baixos ordenados – dívidas que ficaram por pagar, os livros e material escolar, prestações que ficaram em atraso, o seguro do carro e tantas outras. Ou seja, haverá muitos portugueses a ver a sua situação piorar mais, em vez de melhorar.
Outra das medidas é a meia hora diária de trabalho extra, supostamente para aumentar a produtividade. Puro engano! Ou os nossos governantes são de uma inocência rara, ou nos querem deitar areia para os olhos!
É óbvio que mais meia hora não vai aumentar coisa nenhuma – simplesmente o trabalho que seria feito em 8 horas, vai ser feito agora em 8 horas e meia. E provavelmente até poderia ser feito em menos tempo, não se desse o caso de muitos trabalhadores em vez de trabalharem, “irem trabalhando”!
Temos mais meia hora que podemos preencher com uma pausa para o café, para uma ida à casa de banho, para fumar um cigarrinho, para pôr a conversa em dia, ou simplesmente não fazer nada! Mas a culpa não é nossa, fomos obrigados a isso!
E, para finalizar, não poderia deixar de referir a questão dos feriados e das pontes. Feriados que simplesmente não fazem sentido, devem ser eliminados do calendário, ou então serem colocados nos fins-de-semana, para que as pessoas deixem de se servir deles com o objectivo de fazer pontes e gozar umas mini férias, ou um fim-de-semana prolongado.
Podem até vir a ter algum sucesso, mas também é certo que quem tiver intenção de o fazer, irá fazê-lo, independentemente de haver ou não feriado.
Se não pode ser da forma habitual, outra se utilizará com a mesma finalidade!
Agora vejam só o cúmulo da contradição: o Natal calha, este ano, a um fim-de-semana. Logo, o governo deverá estar imensamente satisfeito, porque seguindo a lógica dele, ninguém fará pontes. Ninguém utilizará o Natal como pretexto!
Ninguém a não ser o próprio governo! Que ainda está a ponderar se decretará ou não tolerância de ponto!
Diz-se que as regras são feitas para ser quebradas, e aqui essa máxima aplica-se na perfeição!
Primeiro cria-se a regra! Logo em seguida, a excepção à regra!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Uma "casa" longe de casa

Estávamos em pleno verão. O tempo estava quente mas, mais quente que o tempo, estava a minha bebé de apenas 4 meses, com quase 40 graus de febre!
Levei-a ao hospital local, onde me pediram que lhe desse banho para ver se a febre baixava. Não resultou. Com uma carta de recomendação, uma espécie de passaporte ou bilhete de entrada directa, dirigi-me então ao serviço de pediatria do hospital para o qual nos tinham enviado.
Tal como eu, havia mais mães e pais que aguardavam ser chamados, ou por resultados de exames e análises, e que se encontravam ali há horas.
Quando nos vemos nestas situações, temos que estar psicologicamente preparados para tudo – para a espera, para o mau humor de certos médicos, para vermos aquilo que preferíamos não ver.
Ainda hoje me lembro da minha pequenina a ser espetada na cabeça (procedimento perfeitamente normal mas que nem por isso deixou de me chocar) para lhe ser retirado sangue para análises, a chorar sem parar.
Depois de ouvir da médica que nem sequer lá deveríamos ter ido, porque era só uma febre de dois dias e não era possível saber o que tinha, lá receitou um antibiótico e regressámos a casa de madrugada. Foi uma situação rotineira, um susto, mas nada de grave.
Mas imaginem casos mais complicados, crianças com doenças graves ou prolongadas, que têm que se deslocar constantemente a hospitais, que muitas vezes ficam longe das suas casas, para receberem tratamentos, ou que se encontram hospitalizados. Podem ali permanecer dias, meses e até anos.
Imaginem o impacto que uma situação dessas pode causar na vida familiar dessas crianças.
Imaginem o estado psicológico dos familiares que passam a “viver” no hospital, a observar todo o tipo de situações que ali decorrem, muitas vezes dormindo em cadeiras, mal se alimentando, só para ficarem perto dos filhos.
Nem sempre esses pais têm condições financeiras que lhes permitam suportar os custos de um alojamento que, nem sempre, se localiza próximo do hospital.
Foi com o intuito de ajudar estas pessoas que surgiu o conceito de “casa longe de casa”.
Existem actualmente algumas instituições que o aplicam e criaram instalações para esse fim, tanto em Portugal como no resto do mundo.
Em Portugal, a Fundação Infantil Ronald McDonald foi criada em 2000, e a primeira Casa Ronald McDonald construída junto ao Hospital D. Estefânia, em Lisboa.
Nesta casa, tudo é feito para que as famílias das crianças se sintam como se na sua própria casa estivessem, funcionando como um refúgio permanente em ambiente familiar, onde podem contar com apoio moral, conforto, ajuda, carinho e atenção, promovendo e realizando iniciativas que contribuam tanto para o bem-estar das crianças, como das suas famílias.
A casa é constituída por quartos individuais, casas de banho, cozinha onde podem preparar as suas refeições, lavandaria, salas de estar e jantar.
É uma forma de os pais e familiares das crianças internadas ou em tratamento as acompanharem nesse processo, contribuindo para uma mais rápida recuperação das mesmas.
Actualmente, existem mais de 200 Casas Ronald McDonald espalhadas por todo o mundo.
No Brasil, por exemplo, mais precisamente no Rio de Janeiro, a primeira casa data de 1994, representando uma alternativa de residência temporária próxima dos hospitais, que visa apoiar e humanizar o tratamento de crianças e adolescentes com cancro ou doenças crónicas, oferecendo hospedagem, transporte, alimentação e suporte psicossocial, tanto às crianças como às famílias que se vêem, de repente e por tempo indeterminado, longe de casa.
Para além de recreação, terapias e apoio psicológico, são também promovidas actividades profissionalizantes e cursos para os acompanhantes.
Como qualquer instituição, estas casas dependem de donativos, campanhas e eventos, do trabalho voluntário, e acções de consciencialização e angariação de fundos, para que possa continuar a ajudar aqueles que precisam.
E porque nunca se sabe se algum dia iremos precisar de recorrer a uma casa longe da nossa casa, aqui fica a mensagem!   

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Para todos os amantes loucos e apaixonados!

Aqui fica uma sugestão musical para todos os loucos, apaixonados, que amam verdadeiramente! 

Luan Santana

Amar Não É Pecado

Eu não sei, de onde vem
Essa força que me leva pra você
Eu só sei que faz bem
Mas confesso que no fundo eu duvidei
Tive medo, e em segredo
Guardei o sentimento e me sufoquei
Mas agora, é a hora
Eu vou gritar pra todo mundo de uma vez
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado
Que se dane o mundo
Eu só quero você
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado
Que se dane o mundo
Eu só quero você
Eu não sei de, onde vem
Essa força que me leva pra você
Eu só sei, que faz bem
Mas confesso que no fundo eu duvidei
Tive medo, e em segredo
Guardei o sentimento e me sufoquei
Mas agora, é a hora
Eu vou gritar pra todo mundo de uma vez
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado
Que se dane o mundo
Eu só quero você
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado
Que se dane o mundo
Eu só quero você
Ohh
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado
Que se dane o mundo
Eu só quero você
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado
Que se dane o mundo
Eu só quero você
Ohh