Muitas vezes guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, pequenos textos que escrevemos e ficaram arrumados numa gaveta fechada...


Eu decidi abrir essas gavetas, e o resultado é este blog!




How many times we keep things for our own – opinions, feelings, ideias, moods, reflections, some little texts we wrote and put on a closed drawer…

Now I have decided to open those drawers, and this is the result!



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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Ídolos - 5ª Edição


       

Esta 5ª edição do Ídolos pouco ou nada traz de novo, a não ser a mudança de elementos do júri.
Algumas pessoas com talento musical, outras sem nenhum, outras ainda com talento para a comédia e para candidatos a cromos de Portugal, como não poderia deixar de faltar num programa destes!
Quando um formato é sucessivamente utilizado, por muitas alterações que lhe façam, começa a perder o interesse das primeiras edições.
Quanto ao júri, é o pior de todas as edições.
E confesso que fiquei em pulgas para ver como funcionaria o Manuel Moura dos Santos com o Tony Carreira!
Por muito sucesso que tenha, por muito boa pessoa que seja, por mais que perceba de música, definitivamente Tony Carreira não está ligado ao pop e, na minha opinião, não foi uma boa escolha.
A Bárbara Guimarães, por muitos programas de caça-talentos que tenha apresentado, não tem qualquer formação para tecer comentários a nível musical, sendo mais uma opinião como espectadora/ ouvinte e, quanto muito, consultora de moda e imagem mas, até para isso, poderiam ter escolhido alguém mais qualificado.
Sobram, para salvar a honra, o Manuel Moura dos Santos (o único que sobreviveu a todas as edições), apesar de não ser fã do seu ar arrogante, e o Pedro Abrunhosa.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Pensamentos



Uma vez disseram-me que, por vezes, é bom haver algo ou alguém que entre na nossa vida para a destabilizar, para lhe dar um abanão e, quem sabe, até a virar do avesso!
Sobretudo quando temos hábitos, posturas, crenças e rotinas tão instaladas e vincadas. Quando criámos uma determinada metodologia, ordem e sequência, que orienta os nossos actos, e a maneira de estar e encarar a vida e as pessoas à nossa volta.
Principalmente, quando só conseguimos observar o mundo segundo a nossa perspectiva, e permanecemos resistentes à mudança. Resistentes a baixar o escudo e deixar alguém entrar no nosso casulo. Resistentes a viver tantas coisas que, assim, acabamos por perder, não experimentar, e não desfrutar.
De qualquer forma, além da apreensão que sinto quanto à veracidade deste pensamento e à sua real eficácia, estou pouco receptiva a rotações superiores a 90º graus!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

M...


M       

...de Mudança
...de Mafra
...de Mulher
...de Mãe

m...de Revista!

A nova revista, com periodicidade mensal, do concelho de Mafra, tem por objectivo destacar o que por cá acontece, o que de melhor aqui se faz, e o que este concelho tem para oferecer nas mais variadas áreas como o turismo, a cultura ou a restauração.

É, também, uma revista mais dirigida para o público feminino, com uma imagem atraente e moderna.

Uma aposta de qualidade, e bilingue (português e inglês), para que possa chegar aos milhões de turistas que ao longo do ano visitam o concelho, que surge pelas mãos de Luís Arriaga (anteriormente ligado à publicação Folha do Café, afastado da televisão e do mundo das cantigas por vontade própria), na qualidade de director da publicação, e de Susana Pimenta, directora adjunta e editora! 

Numa altura em que a palavra de ordem é a crise, este projecto jornalístico avança, sem medos, afrontando-a, pois a revista M, é de distribuição gratuita, e está disponível em estabelecimentos comerciais, balcões de instituições financeiras e postos de turismo.

E eu atrevo-me a dizer que poderá ser também M de "Marta", uma vez que alguns dos textos que aqui se encontram, serão futuramente publicados na "Revista m", tornando-me numa espécie de colaboradora!

Parabéns aos mentores e a todos aqueles que, gentilmente, dão o seu contributo para que esta revista continue a prestigiar este concelho, e a brindar-nos todos os meses com a sua crescente qualidade!


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A TDT em Portugal



Já muito foi escrito e dito sobre a TDT - Televisão Digital Terrestre – que também poderia ser “televisão de todos” mas que, na verdade, é só para alguns.
Porquê?
Porque, no ano do “apagão” definitivo do sinal analógico, continua a haver muita falta de informação. Locais onde não existe qualquer sinal e, como tal, não é possível as pessoas continuarem a ver televisão como até agora. E porque é uma mudança, para muitos, dispendiosa, que a todos nós foi imposta sem direito a consulta ou opinião.
Até aqui, com o sinal analógico, tínhamos 4 canais gratuitos. Agora, temos que pagar para podermos ter acesso a esses mesmos canais.
Quem é que sai beneficiado? Diria que a maior fatia do bolo vai, sem dúvida, para as operadoras e empresas.
Seja pela venda de aparelhos descodificadores, e outros possíveis acessórios no caso de televisões mais antigas, ou pelo recurso à televisão por cabo, também ela paga.
Claro que, para disfarçar e nos fazerem acreditar que são generosos com a população, aumentaram a comparticipação na aquisição das caixas descodificadoras que, para os utilizadores mais carenciados, é de 50%.
Quais são as nossas vantagens? Melhor som e imagem – para quem não se situar nas zonas críticas, porque aí ficam, simplesmente, “às escuras”, guia de programação e informação sobre os programas em emissão, possibilidade de gravar e reproduzir filmes, fotografias, vídeos – são algumas das frases de campanha que se podem ver.
Será que isso justifica o pagamento do serviço? Talvez não seja suficiente. Talvez com a oferta de mais canais, a receptividade fosse maior, e a indignação diminuísse.
Assim, fica a sensação que uns têm ideias aparentemente “brilhantes”, outros decidem pô-las em prática como mais lhes convém, e a população é que paga!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Nada se repete…

 

A natureza está em constante mudança, em ciclos que se vão sucedendo…Não pára…Não volta atrás…
E, tal como a natureza, a nossa vida segue o mesmo princípio, o mesmo rumo…
Os momentos de mudança da minha vida foram, para mim, os melhores que vivi. Gosto desses picos em que tudo se transforma, em que tudo dá uma volta de 180 graus. Não me agrada tanto quando, após o pico, volto a caminhar cá em baixo até que uma nova subida surja…Mas seria impossível viver a vida só com picos, ou subir e descer, permanentemente, a alta velocidade…
Há que aproveitar tudo com a calma e o tempo necessário, sem atropelar nenhuma fase.
Compreendi também, que qualquer momento na nossa vida, é único!
Por mais que se tente repetir, voltar atrás e tentar vivê-lo de novo, por mais que se tente voltar a sentir as mesmas emoções…simplesmente não conseguimos!
Será sempre um novo momento, uma nova visão das coisas, novos sentimentos, que não têm que ser necessariamente melhores ou piores, mas apenas diferentes.
É normal, quando determinados momentos se tornam inesquecíveis, sentirmos saudades, desejar que nunca acabassem, que fossem permanentes…
Mas talvez, se assim fosse, não lhes atribuíssemos o valor que hoje representam!