Muitas vezes guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, pequenos textos que escrevemos e ficaram arrumados numa gaveta fechada...


Eu decidi abrir essas gavetas, e o resultado é este blog!




How many times we keep things for our own – opinions, feelings, ideias, moods, reflections, some little texts we wrote and put on a closed drawer…

Now I have decided to open those drawers, and this is the result!



Mostrar mensagens com a etiqueta confiança. Mostrar todas as mensagens
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sábado, 17 de março de 2012

Nos teus braços



Quando o mundo lá fora se torna mais cruel...
Quando a vida insiste em nos pôr à prova...
Quando tudo fica mais difícil...
Quando as coisas à nossa volta se complicam...
Quando estou cansada, desanimada ou triste...
Quando começo a perder as forças...
Quando só me apetece ficar sossegadinha no meu canto...

...é bom saber que TU estás lá comigo...

...para me dares aquele abraço reconfortante e o teu peito aconchegante!
...para me fazer festinhas no cabelo!
...para me acalmar, dar segurança, e proteger!
...para me devolver a alegria, coragem e confiança!
...estás lá, para MIM!

Obrigada por cuidares com tanto amor e carinho desta tua "Pequenina"!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Viagem ao mundo da Barbie

 

“Chamo-me Barbara Millicent Roberts, mais conhecida por Barbie, e nasci a 9 de Março de 1959. Filha de Ruth e Elliot Handler, vim ao mundo já adolescente e tenho, até hoje, sobrevivido com sucesso ao passar dos anos, juntamente com o meu namorado Ken, e toda a minha família e amigos, que fiz ao longo de todo este tempo.
Acompanhando sempre a época, tanto no vestuário como no corte de cabelo, sempre vivi no mundo da moda, sendo a primeira a ser maquilhada e a receber acessórios.
A minha influência, nos dias de hoje, é visível e marcante, ao ponto de existirem comparações e apelidarem de Barbie alguém que, como eu, é loira ou se veste de rosa. Digamos que criei um padrão de beleza, valorizando a preocupação com a estética, e não é raro muitas meninas e adolescentes se quererem parecer comigo.
Mas gostava, acima de tudo, que me vissem como uma mulher inteligente, amiga, companheira, meiga e politicamente correcta!”

Na verdade, cada vez que oiço uma pessoa apelidar alguém de Barbie, o primeiro pensamento que me ocorre é o da “típica loira, burra, e fútil”, que só pensa em moda e pouco mais!
Mas, depois de ter visto todos os DVD´s de desenhos animados da Barbie, percebi que ela pode ter uma influência muito mais importante e valiosa sobre as adolescentes e mulheres.
Em cada filme, há uma mensagem – uma moral da história, um pensamento, um ensinamento, que nos mostra que existem valores e sentimentos preciosos que nunca devem deixar de existir dentro de nós.
A importância da verdadeira amizade, do verdadeiro amor, da liberdade, do nosso próprio valor, da confiança, da coragem…
Lembro-me de uma conversa que me marcou neste último filme, e que dizia respeito ao que era necessário para se ser um princesa – “não é uma coroa que faz de ti uma princesa”. A escola pode, através de aulas de etiqueta, de boas maneiras, de dança e outras, estimular a confiança. Mas confiança sem carácter de nada vale. Muitas alunas aqui têm confiança, mas falta-lhes carácter! (e aqui não pude deixar de pensar que provavelmente é o que acontece com os políticos!) Tu tens carácter, mas falta-te confiança, dizia ela à Barbie.
Por isso, por muito disparatado que possam achar uma mulher de 32 anos adorar filmes da Barbie, é a mais pura verdade, e não tenho vergonha de o dizer.
Pode até ter, e tem, muita fantasia. Mas tem também um fundo de realidade e aposto que se virmos bem, existe um pouco de nós em alguma das suas diversas personagens, existe um pouco da nossa vida em alguma das suas histórias!
Algo de bom que delas podemos retirar, e transportar para o nosso mundo!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Paixão e Amor



O que é, para mim, a paixão?
É um estado que se caracteriza, sobretudo, por atracção, inquietação, “cegueira”, “incapacidade” de pensar, euforia desmedida, corações palpitantes e sobressaltados, instintos, loucura, ansiedade…
Quando estamos apaixonados, o nosso pensamento foca-se única e exclusivamente naquela pessoa, muitas vezes descuidando tudo o resto que faz parte da nossa vida.
É maravilhoso, faz parte da vida apaixonarmo-nos, e vivermos esses momentos tão intensos, que nos fazem sentir vivos e desejados.
No entanto, são estados que, tal como um vírus, nos atacam de repente e por diversas vezes, mas que depressa se curam!
Isso não significa que uma paixão não possa evoluir para amor.
Já o amor, é um estado que se caracteriza, na minha opinião, pelo sossego, pelo acalmar dos corações, pela segurança, pela tranquilidade, pelo verdadeiro conhecimento mútuo, apreciando e vivendo de forma mais madura a relação…
Quando existe amor, existe confiança mútua, existe cumplicidade, existe respeito. Compartilhamos a vida, experiências pessoais, e o que de mais íntimo temos dentro de nós, assumindo um compromisso duradouro, respeitando o espaço e a liberdade de cada um.
Quando amamos, tornamo-nos altruístas. Todos os nossos gestos são despidos de qualquer intenção de sermos recompensados, de recebermos algo em troca pelo que fizemos.
Com o amor, percebemos que não existem pessoas perfeitas, mas aprendemos a respeitar e a aceitar a pessoa que está ao nosso lado, com todas as suas qualidades e defeitos.
Aprendemos que ninguém é igual a nós, mas que nos podemos enriquecer com essas diferenças.
O amor, é algo que se vai construindo – se os alicerces forem fortes, mantém-se intacto e resiste às intempéries! Se as bases forem fracas, pode desmoronar-se perante as adversidades da vida.
Amar não significa dedicarmo-nos única e exclusivamente a alguém, não significa dependermos totalmente desse alguém para sermos felizes.
Primeiro, é importante que cada um de nós se ame a si próprio, que já seja feliz, que se sinta bem consigo mesmo, e com tudo aquilo que já conquistou.
A partir daí, estaremos aptos para expandir essa capacidade de amar aos que nos estão mais próximos.
Se é complicado? Talvez seja, ou talvez sejam as pessoas que complicam.
Se exige muito de nós? É verdade, exige! Mas é sempre compensador!
Se o amor nasce e cresce por magia? Talvez seja mágico, mas se não for alimentado, se não for cuidado, se não colocarmos um novo pilar, uma nova peça a cada dia, se deixarmos que o acaso se encarregue de fazer o nosso trabalho, nenhuma magia o poderá salvar!

sábado, 24 de dezembro de 2011

Defeito ou feitio?



Há quem me considere complicada…
Por vezes, até fria...
Há quem duvide muitas vezes dos meus sentimentos...
Há quem não compreenda porque não falo de tudo o que me acontece, de tudo o que me incomoda...e confunda isso com falta de confiança...
Há quem fique desapontado se, nos momentos mais felizes, não demonstro a alegria e a euforia que deveria demonstrar...
Há quem não entenda porque me assusta tanto tudo o que é novo, tudo o que é diferente…
Há quem se pergunte porque resisto tanto à mudança e a tudo o que me possa surpreender de forma positiva…
Talvez eu seja, de facto, uma pessoa complicada!
Mas os desejos e os sonhos estão lá, os sentimentos estão lá, a amizade está lá, o amor está lá!
Só não saem cá para fora da forma ingénua e transparente que um dia saíram.
A barreira que criei fá-los sair de forma prática e comedida.
Quem me conhece bem, sabe que isso já não é defeito, é feitio!